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Voltei!E trouxe linha agulha e muita história

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Sorvete caseiro diet cremoso e sem açúcar( passo a passo atualizado)

Olá, pessoal! Se tem um post que mora no coração dos leitores e continua sendo o mais lido de toda a história deste blog, é a  receita caseira de sorvete diet original!   Esse sorvete fica super leve, cremoso e não deixa aquela sensação gordurosa na boca. É a receita que mais se aproxima dos sorvetes de massa industrializados em textura — perfeita para quem não tem sorveteira em casa! Originalmente, essa receita levava bastante açúcar, mas eu adaptei cada ingrediente para a versão diet/light. Fiz no sabor morango, que é o preferido do meu marido. A receita rende 1 pote grande de 2 litros + 1 pote pequeno (de cerca de 200ml). Vamos ao passo a passo?  Passo 1: Leite condensado diet caseiro Os leites condensados diet prontos costumam ser bem carinhos no mercado, por isso optei por fazer o meu em casa! Ingredientes:  •1 xícara de chá (200ml) de leite em pó desnatado;  • ¼ de xícara de chá de água fervente;  • ½ xícara de chá de adoçante em pó (culinário); ...

O segredo da água de ameixa na diálise: como venci o intestino preso com restrição de água!

Se tem um assunto que pouca gente tem coragem de falar abertamente, mas que tira o sono de quase todo mundo na diálise, é o tal do intestino preso. Durante os meus quase cinco anos de diálise peritoneal, a constipação era um desafio diário. E na diálise, o intestino preso não é só um incômodo: se o intestino fica muito cheio, ele pode empurrar o cateter na barriga e atrapalhar a drenagem do líquido! Ou seja, manter tudo funcionando direito era questão de prioridade. No começo, o médico me receitou o PEG (polietilenoglicol). Até funcionava, mas o problema é que demorava vários dias para fazer efeito — sem contar a dificuldade de ter que tomar bastante água com a restrição de líquidos da diálise. A jogada de mestre da nutri: Água de ameixa! Vendo o meu sufoco com a demora do remédio, a nutricionista da clínica me deu uma dica caseira, simples e que virou a minha salvadora oficial: a água de ameixa. A receita era muito simples: À noite, eu pegava 1 ameixa seca, colocava num copinho com be...

O dia que meu cérebro me fez viciar no cheiro de sabonete e a ciência por trás disso!

Meninas, quem me acompanha por aqui sabe que eu adoro compartilhar os bastidores reais da minha rotina: a maternidade, meus bordados e costuras, os altos e baixos da bomba de insulina com o Diabetes Tipo 1, e, mais recentemente, tudo o que vivi nos quase cinco anos de diálise peritoneal até o meu tão sonhado transplante renal em maio. Mas hoje quero contar uma história que por muito tempo me deu até um pouco de vergonha. Antes do meu transplante, eu desenvolvi uma mania inexplicável, uma necessidade quase incontrolável de cheirar... sabonete! E não era qualquer um, não! Tinha que ser especificamente o sabonete da marca phebo. Eu passava o dia inteiro com aquele trem perto de mim cheirando.  Na época, confesso que guardei isso para mim. Ficava com medo de contar para o médico e ele achar que eu estava ficando louca ou que era só uma mania esquisita da minha cabeça. Mas sabe o que é mais fascinante? Assim que fiz o transplante de rim, a vontade sumiu! Simplesmente desapareceu! Fui pe...

Do prato intocado ao prazer de comer: a volta do meu apetite pós-transplante!

Se tem uma coisa que muda radicalmente quando a gente sai da diálise e faz um transplante de rim, essa coisa é a nossa relação com a comida. Durante os quase cinco anos em que fiz diálise peritoneal, o meu apetite era uma verdadeira montanha-russa — na maioria das vezes, morro abaixo. Eu simplesmente não conseguia comer direito. Coisas que eu sempre amei a vida toda, como aquele pão quentinho ou um bom café de manhã, perderam totalmente o sabor. Parecia que nada descia bem. Para conseguir comer algo com gosto, eram poucas exceções: uma pizza caseira (já que a comprada não podia por causa do fósforo) ou um lanche específico. Mas, no geral, a fome sumia. Na época, a gente acha que é só cansaço do tratamento, mas a medicina explica o porquê disso acontecer:  As toxinas no sangue (uremia):  Mesmo com a diálise fazendo o trabalho dela, o acúmulo de ureia no sangue altera nosso paladar e causa náuseas leves e constantes, tirando a vontade de comer.  O espaço na barriga: Na diál...

Sushi seguro no pós-transplante e sem pico de glicemia?Sim, é possível!

Se tem uma coisa que a gente escuta logo após o transplante é: Adeus, sushi! E para quem tem diabetes tipo 1, o sushi tradicional de restaurante traz outro desafio: o arroz temperado com açúcar, que faz a glicemia subir sem dó. Mas será que a gente precisa passar a vida inteira só passando vontade? A resposta é não! A chave está em preparar o seu próprio sushi em casa, onde você tem 100% de controle sobre a higiene, o cozimento e os ingredientes. Hoje quero compartilhar com vocês como matei a minha vontade de comida japonesa de um jeito totalmente seguro para o meu rim novo, super amigo da glicemia e muito fácil de fazer! Por que o sushi tradicional é um risco? Peixe cru: Devido à imunossupressão, alimentos crus têm um risco alto de contaminação por bactérias e parasitas. Arroz de sushi tradicional: Leva açúcar na preparação e é um carboidrato de altíssimo índice glicêmico. A base perfeita: Como Substituir o arroz branco Para não ter surpresas na glicemia, a dica é usar opções vegetais...

Testei o sensor Sibionics: precisão, liberdade e o sonho de acessibilidade

Quem convive com o diabetes tipo 1 sabe o quanto as furadas de dedo constantes desgastam a nossa rotina. Recentemente, ganhei do meu endocrinologista o sensor Sibionics GS1 para usar neste período de transição, enquanto aguardo a instalação da minha nova bomba de insulina MiniMed 780G (que já virá com o sensor acoplado). Hoje quero compartilhar com vocês a minha experiência real com essa tecnologia e dados detalhados para quem quer conhecer mais! Minhas impressões pessoais  Aplicação: Fiquei impressionada! A aplicação foi quase indolor, super rápida e tranquila. Precisão: Achei excelente. Fiz os testes comparativos com a glicemia de ponta de dedo no glicosímetro e os valores ficaram.muito próximos e consistentes .  Preço: R$ 289,90. O que você precisa saber sobre o Sibionics GS1 (ficha técnica) Para quem tem curiosidade sobre as especificações do sensor, separei os pontos principais: Duração: 14 dias de monitoramento contínuo, 24 horas por dia. Sem escaneamento: Diferente de o...

28 doses depois: o fim do ganciclovir e a rede de amor no pós-transplante

Quem vê o transplante de fora acha que a batalha acaba na alta do hospital. Mas quem vive a imunossupressão sabe que o caminho tem seus percalços — e o vírus do CMV (Citomegalovírus) é um dos maiores desafios dessa fase. Hoje cheguei ao fim de uma jornada intensa: 14 dias de medicação na veia, somando 28 doses de ganciclovir. Não é fácil manter um acesso venoso em casa por tanto tempo. A pele cansa, as veias reclamam e a rotina fica presa aos horários das aplicações. Mas hoje, olhando para o meu braço, só consigo sentir gratidão por ter chegado até aqui. Anjos do caminho: Organização e cuidado Se esses 14 dias foram mais leves, foi por causa de uma rede de apoio que funcionou redondinha: A enfermeira fofa: ela virou uma verdadeira amiga! Com uma sensibilidade enorme, teve a ideia de enfaixar o meu acesso parecendo um curativo de mão machucada. Fiquei sem aquela "cara de hospital" e super discreta. Um gesto simples que fez um bem danado para o meu psicológico! A parceria com o...