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Se tem uma coisa que a vida me ensinou, é que o amor de mãe é testado na base da fé e do coração na boca. Quem me acompanha por aqui sabe das minhas batalhas com a saúde, mas hoje eu não vim falar de mim. Vim falar da minha maior riqueza, da minha sorte diária: as minhas três filhas. Elas foram bebês muito esperados, muito amados e, hoje, são três meninas maravilhosas, fofas e companheiras que seguram a minha mão em cada etapa, principalmente agora, nesse meu processo de pós-transplante. Olhar para elas hoje, adultas e cheias de vida, me faz lembrar de onde tudo começou. E a jornada não foi fácil. A mais velha: O recomeço e a força que lidera A minha filha mais velha, hoje com 20 anos, foi o bebê que me trouxe mais medo. Antes dela, eu havia perdido o meu primeiro filho em uma gestação de 8 meses, uma dor que nenhuma mãe esquece. Quando engravidei dela, o medo me acompanhava. Ela acabou nascendo prematura, de 7 meses e meio. Ela chegou ao mundo cansada, com os pulmãozinhos ainda sem es...