A revolução do glicosímetro e a fita que mudou tudo (mas que nem sempre foi de todos) Se você tem acompanhado a nossa maratona de novembro, já viu que eu adoro voltar no tempo. Já falamos da insulina, das seringas de vidro e daquela garrafa com reagente de Benedict que era um líquido azul, que a gente esquentava no fogão. Mas hoje nós vamos dar um salto para o dia em que a tecnologia finalmente coube na palma da mão: a chegada do glicosímetro portátil. O aparelho que parecia de outro mundo Nos anos 80 e início dos anos 90, quando a medicina deu o passo de tirar o teste de urina e colocar o sangue direto no visor digital, foi uma revolução tecnológica impressionante. Os primeiros aparelhos eram grandes — pareciam uma caixinha pesada — exigiam gotas enormes de sangue e demoravam um tempão para dar o resultado. Mas sabe qual era o maior problema? O preço. Ter um glicosímetro em casa era para poucos. O aparelho custava uma fortuna, e as caixas de fitas reativas eram um verdadeiro arti...