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Rotina de exames no pós-transplante renal e o valor da humanização

Agulhadas, rotina e o carinho que acolhe a gente

Se tem uma coisa que faz parte da carteirinha de quem passou por um transplante e ainda gerencia o diabetes, é a famosa rotina de exames de sangue. Por aqui, o normal é fazer aquele check-up mensal direto no laboratório do hospital do transplante para vigiar o rim novo de pertinho. É o nosso ritual de cuidado!

Mas, às vezes, a logística muda um pouco. Como neste mês eu tinha os pedidos da endocrinologista para fazer por fora, acabei optando por fazer os exames na minha cidade mesmo. E sabe quando a gente tem uma surpresa daquelas que aquecem o coração?

Fui naquele laboratório onde já faço exames há anos, que é excelente. Mas o mais bonito de hoje foi o atendimento. O responsável pelo laboratório tem uma história linda e muito próxima dessa nossa realidade, porque o pai dele — que também enfrentou problemas renais — passou por um transplante. Ou seja, ele entende exatamente o que a gente sente só de pisar ali.

Ele foi de uma simpatia e de um cuidado comoventes! Me deu os parabéns pelo transplante, conversou comigo o tempo todo com o maior carinho, e ainda acompanhou de perto a orientação com a equipe da recepção sobre a entrega dos meus resultados. Enfim, eu saí de lá me sentindo tão querida, acolhida e amparada. São profissionais assim que enchem o nosso dia de orgulho e renovam a fé na medicina humanizada. A gente percebe que não é só um exame: é gente cuidando de gente com a alma.

No fim das contas, seja no laboratório do grande hospital ou na nossa cidade, colher sangue todo mês pode até cansar um pouquinho os braços, mas quando a gente encontra acolhimento no caminho, tudo fica mais leve.

E por aí? Você também tem aquele profissional de saúde que te abraça com o olhar e faz toda a diferença no seu dia? Me conta aqui nos comentários! 💙🧵



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