Meninas, quem me acompanha por aqui sabe que eu adoro compartilhar os bastidores reais da minha rotina: a maternidade, meus bordados e costuras, os altos e baixos da bomba de insulina com o Diabetes Tipo 1, e, mais recentemente, tudo o que vivi nos quase cinco anos de diálise peritoneal até o meu tão sonhado transplante renal em maio. Mas hoje quero contar uma história que por muito tempo me deu até um pouco de vergonha. Antes do meu transplante, eu desenvolvi uma mania inexplicável, uma necessidade quase incontrolável de cheirar... sabonete! E não era qualquer um, não! Tinha que ser especificamente o sabonete da marca phebo. Eu passava o dia inteiro com aquele trem perto de mim cheirando. Na época, confesso que guardei isso para mim. Ficava com medo de contar para o médico e ele achar que eu estava ficando louca ou que era só uma mania esquisita da minha cabeça. Mas sabe o que é mais fascinante? Assim que fiz o transplante de rim, a vontade sumiu! Simplesmente desapareceu! Fui pe...